Enquanto a reintrepretação lhe foca a atenção, a tensão e a tesão,
Que não se esqueça que a podridão é inquieta
E atrai tanto quanto é atraída...
Sementes cheias de vida e pontos luminosos.
Inicia-se uma relação de contraste, que anseia pela homogeneidade;
Porque se diz que é tudo, é nada!
E se menos com menos, dá mais...
A passividade e a melancolia ganham alguma coisa,
Conquistam pedaços indiferentes de contraluz.
Assim como quando a noite vem,
E as almas assumem "aquela" liberdade.
Assim vira o jogo, que se vira bélico, numa decisão consensual
De tornar podre,
De escorrer podre,
De findar podre.
A indiferença que irrita, é a maior das liberdades.
Entretanto o cansaço dá à tona, e ela só quer,
Já nem sequer sendo ela,
Só quer ser ela, e sair.