quarta-feira, 27 de março de 2013

bolor


 Enquanto a reintrepretação lhe foca a atenção, a tensão e a tesão,
 Que não se esqueça que a podridão é inquieta
 E atrai tanto quanto é atraída...
 Sementes cheias de vida e pontos luminosos.
 Inicia-se uma relação de contraste, que anseia pela homogeneidade;
 Porque se diz que é tudo, é nada!
 E se menos com menos, dá mais...

 A passividade e a melancolia ganham alguma coisa,
 Conquistam pedaços indiferentes de contraluz.
 Assim como quando a noite vem,
 E as almas assumem "aquela" liberdade.
 Assim vira o jogo, que se vira bélico, numa decisão consensual
 De tornar podre,
 De escorrer podre,
 De findar podre.

 A indiferença que irrita, é a maior das liberdades.
 Entretanto o cansaço dá à tona, e ela só quer,
 Já nem sequer sendo ela,
 Só quer ser ela, e sair.